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Por Madson Moraes, http://estilo.br.msn.com/tempodemulher

Cólica menstrual

Cerca de 50% das mulheres sentem cólicas menstruais em alguma fase da vida. Tire suas dúvidas e saiba como se livrar do incômodo!


Tire suas dúvidas e saiba como se livrar do incômodo!

Tire suas dúvidas e saiba como se livrar do incômodo!

Todo ciclo menstrual é aquele inferninho. As cólicas chegam e provocam verdadeiros incômodos. Conviver com essa dor e ainda render no trabalho, então, é um verdadeiro desafio. E você não está só: mais ou menos 50% das mulheres sentem cólicas menstruais em alguma fase da vida.

Já segundo um estudo publicado na Revista Brasileira de Medicina, são 33 milhões de brasileiras que sofrem cólicas menstruais a ponto até de atrapalhar a produtividade no trabalho. Segundo este estudo, o rendimento chega a ser reduzido em até 70%. E 30% das mulheres que sentem dor chegam até a se afastar do emprego por alguns dias.

O que é cólica menstrual?

A cólica menstrual, ou dismenorreia, é a dor que acontece no período menstrual. É uma dor pélvica provocada pela liberação de prostaglandina, substância que faz o útero contrair para eliminar o endométrio (camada interna do útero que cresce para nutrir o embrião), em forma de sangramento, durante a menstruação, quando o óvulo não foi fecundado.

"O útero é um órgão oco, sendo revestido internamento pelo endométrio. Quando o endométrio vai descamando, na época da menstruação (não houve fecundação e ele começa a descamar), libera uma série de fatores inflamatórios e o útero tem esse movimento, essa contração para expulsar esse sangue", explica a médica ginecologista e obstetra, Carolina Ambrogini.

Os principais sintomas

A cólica menstrual é uma dor que aperta, aperta, aperta e depois melhora. Ela pode vir acompanhada de enjoos, vômitos, desmaios se for uma cólica forte, sudorese (calafrios). Essa dor acontece no período menstrual: ou no 1º, 2º dia da menstruação ou nos dois dias que antecedem o período menstrual. É uma dor aguda e intermitente e, às vezes, torna a mulher incapacitada para diversas atividades. Quando essa dor é muito forte, pode estar associada a outros sintomas como náuseas, vômitos, dor de cabeça e nas mamas, inchaço.

A dismenorreia pode ser primária, causada pelo aumento na produção de prostaglandina pelo endométrio. Ou secundária, resultante de alterações patológicas no aparelho reprodutivo (endometriose, miomas, tumores pélvicos, fibromas, estenose cervical etc).

"A dismenorreia primária acontece desde os primeiros ciclos menstruais, ou seja, desde que quando menina menstrua pela primeira vez. E existe a dismenorreia secundária que, por exemplo, são casos onde a mulher não tinha dor e passou a ter ou essa dor se intensificou. Aí, têm que ser investigadas as patologias do útero que podem estar gerando essa dor", ressalta a ginecologista.

Diagnóstico

O diagnóstico é realizado, inicialmente, numa conversa com a paciente para ver o histórico dela e se, além da cólica, ela tem ou teve algum aumento de sangramento. Também é preciso ver se a mulher sempre teve cólica ou se isso foi se intensificando. É importante estabelecer o diagnóstico diferencial entre a dismenorreia primária e secundária para conduzir o tratamento adequado.

"Além do levantamento desse histórico clínico, exames de laboratório e de imagem ajudam nesse processo. No exame ginecológico nós tocamos o útero, apalpamos para ver se está aumentado ou não, pesquisamos o histórico de outras doenças como endometriose, por exemplo. Após esse exame físico, realizamos uma ultrassonografia pélvica, que é olhar a anatomia desse útero", explica Carol.

Tratamento

Para as mulheres com cólicas menstruais, algumas atitudes simples como a prática de exercícios aeróbicos e uma dieta rica em fibras ajudam a combater a dor. Mas se essa dismenorreia é secundária, em alguns casos pode ser necessário recorrer à cirurgia.

Para ficar claro, o tratamento depende do tipo de dismenorreia. "Se essa cólica é decorrente de outra patologia, você tem que tratar esta patologia. Se for um mioma, precisa ser tratado, e isto vale para as outras doenças. Se for apenas um caso de cólica natural, você pode recomendar um anti-inflamatório, que são substâncias que inibem as causas da dor", explica a ginecologista.

Dicas simples

Atividades físicas ajudam, em geral sim, a prevenir as cólicas menstruais. Mas atenção: se você está com cólica, além de tomar um anti-inflamatório, essa mulher precisa ficar na posição de bruços e colocar uma bolsa de água quente no abdômen inferior. A mulher pode ficar nesta posição até a dor melhorar e sempre que a cólica atacar, pode repetir o procedimento.

- Evite levar vida sedentária. Exercícios aeróbicos moderados ajudam a aliviar a dismenorreia primária.

- Coloque uma bolsa de água quente sobre a região abdominal quando estiver com cólica menstrual. Isso ajuda a diminuir a dor.

- Beba bastante água.

- Não se automedique e procure seu médico caso a dor seja intensa e insistente.

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